Kunde lança videoclipe de sua nova faixa "Manifesto Kundélico"

Baseado no Manifesto Antropofágico que anuncia a modernidade no Brasil, esse som é o anúncio de um movimento contrário à pós-modernidade; o PÓS-CONTEMPORÂNEO.


Kunde é cantor e compositor, Guarulhense, e traz em suas composições muitas críticas e análises, tanto sociais quanto de estado; temas que também aborda em sua pesquisa acadêmica do curso de Direito.


Seus pais são envolvidos nas mais diversas manifestações culturais, como capoeira, samba de roda, jongo, maculelê e coco, portanto, o artista cresceu inserido na cultura afro-brasileira, tendo contato com a música desde a infância até os dias de hoje e faz um bom uso do conhecimento que adquiriu nesse tempo em sua arte.


Influenciado por seu pai, que é produtor de instrumentos afro-brasileiros, ele mistura elementos como berimbau e atabaques em músicas de gêneros como rock e samba. Em 2016 lançou seu primeiro single, a música ''Te querer bem'' com participação de Laura Meneghini que alcançou a marca de 26 mil visualizações. Agora, em seu segundo trabalho que já está disponível no youtube, o artista se destaca expressando toda sua versatilidade.


A capa do som, que faz alusão à Abaporu, chama-se -UBUNTUABAPORU, representado pela volta à ancestralidade e antropofagia daquilo que nos fortifica.

Foi pensando nisso que misturou na música elementos do rap e rock norte-americanos, com a MPB e capoeira brasileiros. 


Na letra, ele discorre sobre como a história vem sendo ressignificada pela margem, ao passo que é manipulada por grupos de extrema direita para que se pense em privilégios nas competições movidas pelas promessas de ascensão social. É portanto, um movimento de coletividade em meio a um sistema que emana o individualismo, partindo de quem mais sofre pela exclusão e sua institucionalização e cada vez mais gerando o efeito de agrupamento pelos diversos setores da sociedade.


A produção musical foi realizada pela Natural Estúdio e White Studio Italy, guitarra e baixo por Augusto Cepillo, bateria Thiago Shiraishi (Branco), direção por Rafael Polillo, fotografia Naaya Lelis, produção executiva Gustavo Parizi e na edição por Duende.


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"Estamos vivendo em um fim de mundo, que está nos mostrando a escalada do desmonte de direitos básicos, a ascensão do fundamentalismo religioso, do ódio e dos preconceitos. Esse é o meu manifesto para lembrar que juntos podemos realizar a mudança e que a desesperança em última análise é estratégia para não deixar com que nos agrupemos", diz o artista.


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